quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Núcleo de Estudos Adamastor Fernandes inicia suas atividades

Com a participação de acadêmicos, sindicalistas, ativistas e militantes de movimentos sociais, o Núcleo de Estudos Adamastor Fernandes, em homenagem ao primeiro vereador comunista eleito, foi criado no início de novembro com o intuito de realizar análises sobre diversos temas em Jundiaí e região de relevância local dialogando com os temas mais debatidos em nível nacional. Com a meta de vencer o paradigma de que “Jundiaí basta em si”, colocando o pensamento crítico local no circuito de discussões do país, uma série de debates acontecerá durante o ano de 2015.
Para comemorar o Dia Mundial dos Direitos Humanos, que ocorre no dia 10 de dezembro, o Núcleo de Estudos Adamastor Fernandes em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí e Região lançará a série Diálogos e Conexões com um debate que acontecerá no Sindicato dos Metalúrgicos com o ex-ministro do Governo João Goulart, Almino Affonso.

Tema: O golpe de Estado e os direitos humanos

Local: Sindicato dos Metalúrgicos. Rua XV de Novembro, 240, Vl Arens - Jundiaí/SP

Data: 10/12/2014

Horário: 19:00


1964 na Visão do Ministro do Trabalho de João Goulart

O livro 1964 na Visão do Ministro do Trabalho de João Goulart, de autoria de Almino Affonso, é resultado da parceria entre a Fundap e a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, responsáveis pela edição da obra. O trabalho descreve as causas que levaram ao golpe e contextualiza o momento histórico, recuando até a era Vargas. Leia o que diz o escritor Fernando Morais no prefácio do livro: “Este espaço é insuficiente para que nele possam ser arroladas as incontáveis virtudes deste livro – o qual, estou certo, será convertido em fonte obrigatória de consultas para quem quiser conhecer melhor o Brasil. Algumas contribuições deste “1964” não podem deixar de ser ressaltadas. Uma delas consiste na desmontagem realizada por Almino Affonso de uma mentira que vem sendo cevada pelas elites brasileiras desde o golpe: a de que João Goulart era um governante impopular. O leitor verá aqui que a história não aconteceu assim.

A sedutora narrativa oferece alguns regalos adicionais ao leitor – sobretudo ao leitor jovem, que pouco sabe do Brasil. Cada vez, por exemplo, que o relato traz à tona um protagonista importante do período, independentemente de suas convicções políticas, o autor abre uma “janela” e traça um substancioso perfil do personagem.
Trata-se, antes de tudo, de uma obra honesta. O próprio autor adverte o leitor, nas primeiras linhas, de que não se deve esperar neutralidade. “Não sou um historiador que, às vezes, em nome da isenção, deixa à margem a crítica que talvez se impusesse a determinados episódios, a lideranças políticas”, afirma, para concluir que a rigor seu livro é um testemunho.


Apropriadamente lançado no ano de cinquentenário do golpe, este “1964” salda uma dívida contraída pelo autor com a memória brasileira há mais de trinta anos – meses depois de seu retorno de um exílio de doze anos – “sem pedir autorização a ninguém”, como declarou ao colocar os pés no Brasil, em agosto de 1976”.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Vereador Rafael Purgato entra na defesa pela criação de um Parque na Serra do Japi

O mandato do vereador Rafael Purgato convoca um ato público a ser realizado na Câmara Municipal de Jundiaí no dia 27/11 às 19h



As recentes queimadas ocorridas na Serra do Japi devido ao complicado momento de estiagem, um dos maiores desde que a medição começou ser feita no estado de São Paulo, fez com que um alerta sobre o modo de preservação da serra fosse ligado pela população.

Segundo as equipes da Defesa Civil dos municípios conveniados na preservação da serra, foram 70 hectares entre os territórios serranos colocados nos municípios de Jundiaí e Bom Jesus de Pirapora. Com isto, é possível dizer que houve um aumento de 60% referente ao mesmo período em 2013.

Nestas queimadas, boa parte da vegetação nativa foi afetada – fato que causou muita preocupação por parte de ativistas ambientais.  Um grupo lançou um manifesto pedindo a retomada do projeto 652/2009 apresentado pelo ex-deputado Pedro Bigardi  que visa criar o Parque Estadual Serra do Japi. O vereador Rafael Purgato apresentou uma moção pedindo urgência na votação do PL que já foi aprovado em todas as comissões na Assembleia Legislativa. Uma articulação está sendo feita para que vereadores das outras três cidades também enviem moções ao governador.

Histórico de preservação

LEGISLAÇÃO MUNICIPAL

A LEI ORGÂNICA DO MUNICIPIO DE JUNDIAÍ destina um capítulo, e dezesseis artigos, ao Meio Ambiente. Neles são relacionados as obrigações do Poder Público Municipal e definidas as áreas de proteção ambiental, entre elas, a Serra do Japi. São, ainda, enunciadosos tópicos à serem tratados em “Lei Especial”.

LEI nº 1.576/69 : O primeiro Plano Diretor Físico Territorial de Jundiaí estabeleceu, como preservação permanente, as áreas das serras da Ermida e do Japi, situadas acima da altitude de 900 metros.

LEI nº 2.507/81 : Reformulou o Plano Diretor Físico Territorial e ampliou as áreas consideradas de preservacão permanente, diminuindo a altitude de 900 metros para 800 metros. Além disso , a nova lei primorou as restrições quanto ao parcelamento, uso e ocupacão do solo, proibindo as urbanizações que possam prejudicar os locais de interesse paisagistico, histórico, artístico e ecológico, situados em áreas consideradas de reserva florestal ou biológica.

LEI nº 2.728/84 : estabeleceu condições de proteção das áreas da Serra doJapi contra incêndios e, determinou a instalação de postos de observação para uso da Polícia Florestal.
LEI nº 3.193/88: Estabeleceu a implantação de viveiro de mudas em áreas próximas à Serra do Japi, com a produção destinada, prioritariamente, à recuperação da vegetação daquele território e das matas ciliares das bacias dos mananciais hídricos.

LEI nº 3.565/90 : Criou o Parque Florestal Serra do Japi, embora não defina seus limites.

LEI nº 3.672/91 : Criou a Reserva Biológica Municipal da Serra do Japi.

LEI nº 3.715/91 : Redenominou a Fundação Serra do Japi, reestabelecendo a sigla “SOS”. Portanto, deve ter sido precedida por outras duas leis, uma que denominou a Fundação com a sigla “SOS”, e, outra que suprimiu a mesma sigla.

DECRETO nº 12.186/91 : aprovou o Regimento Interno do Conselho Municipal de Meio Ambiente, cujas finalidades incluem providencias relativas à preservação das áreas da Serra do Japi.

DECRETO nº 13.196/92 : regulamentou a Reserva Biológica criada pela lei nº 3672/91.

LEGISLAÇÃO ESTADUAL E FEDERAL

RESOLUÇÃO nº 11 de 8 de março de 1983, do CONDEPHAAT ( … ): declarou o Tombamento das áreas da Serra do Japi e, estabeleceu as condições para a conciliação entre o desenvolvimento e a preservação.

LEI FEDERAL nº 4.771/65: instituiu o novo Código Florestal

LEI FEDERAL nº 5.197/67 : dispõe sobre a proteção à fauna.

LEI FEDERAL nº 6.902/81 : disõe sobre a criação de Estações Ecológicas e áreas de Proteção Ambiental

LEI FEDERAL nº 6.938/81 : dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente.

LEI ESTADUAL nº 4.095/84 : cria a APA de Jundiaí, cujo decreto de regulamentação foi aprovado em 1999.

LEI FEDERAL nº7.904/89 : altera a lei nº 6.938/81 DECRETO FEDERAL nº 750/93 : dispõe sobre corte, a exploração e a suspenssão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica.

LEI ESTADUAL nº 9.146/95 : cria mecanismos de compensação financeira para municípios que sofrem restrições por força da intituição de espaços territoriais protegidos pelo Estado.

LEI COMPLEMENTAR N.º 417, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2.004

Cria o Sistema de Proteção das Áreas da Serra do Japi; e revoga dispositivos do Plano Diretor.
Art. 1º – Com a finalidade de preservar o território e assegurar a gestão participativa das áreas da Serra do Japi contidas no âmbito do Município de Jundiaí, fica criado o Sistema de Proteção das Áreas da Serra do Japi, assim constituído:
I – Território de Gestão da Serra do Japi.
II – Conselho de Gestão da Serra do Japi.
III – Destacamento Florestal da Guarda Municipal.
IV – Secretaria Municipal de Planejamento e Meio Ambiente
Existe também um convênio firmado entre os quatro municípios que administram a Serra do Japi a fim de atuação integrada.

Valor de identidade


A Serra do Japi foi eleita o ícone representativo da cidade pelos jundiaienses e por isto ainda se busca uma forma que vise assegurar a reserva, com a garantia de possibilidade de uso fruto do povo das cachoeiras e pesquisas que visem aprimorar rigorosamente o processo de preservação da mata nativa. Com isto, não existe como fugir do conceito de parque, só assim o agronegócio e a especulação imobiliária  serão impedidos de agredir a área preservada. 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

NOTA DE ESCLARECIMENTO DA PREFEITURA DE JUNDIAÍ A RESPEITO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

.Foi concluído nesta segunda-feira (3) o processo de repactuação do convênio entre a Prefeitura de Jundiaí e o Hospital Universitário, que já estava em curso. Com isso, o valor mensal do convênio passa de R$ 3,2 milhões para R$ 3,5 milhões.

Vale destacar que durante a negociação os repasses permaneceram em absoluta conformidade, sem prejuízo no atendimento ou qualquer tipo de paralisação. Além disso, detectamos durante todo esse ano um importante aumento da demanda, fruto, acima de tudo, da excelência dos serviços oferecidos.



sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Governo e Sociedade – Construção de Identidades - Por Tércio Marinho

Artigo escrito pelo camarada Tércio Marinho no site JundiAqui




Link: http://www.jundiaqui.com.br/?p=3933

Temos pensado e nos debruçado intensamente e cotidianamente no estudo do espaço público, da arte e políticas públicas, na inclusão

 Tércio Marinho

Democratizar e universalizar o acesso à cultura é desafio do Governo Pedro Bigardi, que tem por objetivo central contribuir com a elevação do nível de consciência. De forma que possamos fortalecer programas, ações, eventos culturais e difundi-los, colaborando para que se tornem instrumentos capazes de promover a crítica e o exercício da cidadania plena. Torná-la prioridade na escala da administração pública, tal qual segurança, educação e saúde. Neste contexto, é fundamental que a cultura dialogue com o conjunto da sociedade e com todos os programas de governo, esse é o esforço que estamos fazendo, pois é necessário darmos passos importantes rumo à construção de políticas públicas de cultura que permitam a inclusão da classe trabalhadora e da sociedade em geral.
As diretorias que compõem a Secretaria de Cultura têm clareza dos desafios que enfrentarão e os esforços que devem ser feitos para difundir programas e ações culturais de forma crítica e reflexiva, contribuindo para que o indivíduo/cidadão livre-se da alienação, assuma o protagonismo da mudança e exerça papel crítico na comunidade onde vive e/ou atua.
Diante desse cenário, desde o início dessa gestão, várias intervenções foram realizadas e mudanças implementadas por todas as diretorias.  Implantamos ainda um sistema de comunicação e gestão financeira que vem alterando a forma como a Secretaria de Cultura se relaciona com o conjunto da sociedade.
Temos pensado e nos debruçado intensamente e cotidianamente no estudo do espaço público, da arte pública, de políticas públicas, do processo de inclusão sócio-territorial de tal forma que nos permita enfrentar o cotidiano da gestão social e democrática.
Pela via da ação comunitária, vamos descobrindo caminhos que levem à arte e seus fruidores para os pontos mais distantes da cidade,  aprofundamos e problematizamos o debate em busca da convivência cidadã entre arte popular e erudita.
Neste contexto, governar exige dos gestores aprofundamento nos estudos da política pública, pois só se apropriando do processo teórico definiremos claramente um plano de ação capaz de ser colocado em prática de forma que a arte torne-se pública e que o público se aproprie dela, independentemente do espaço onde se manifeste.
Apesar de indeléveis é possível perceber mudanças no cenário cultural da cidade e, dentre elas, a primeira e fundamental se dá a partir de diálogos que vem se construindo no âmbito do governo junto às diversas secretarias/autarquias simultaneamente, diálogos nos quais busca-se firmar a cultura no campo da centralidade, porém a tarefa não é fácil mesmo num governo que a reconhece como elemento essencial à transformação e emancipação do povo.
Diversas foram as intervenções promovidas em busca de colaborar com a conquista por parte daqueles artistas que não têm espaço para manifestar-se, por exemplo, no segmento Arte Urbana, a realidade vem se transformando, estamos nos esforçando para tornar a cidade mais generosa. O desafio é promover sistematicamente o exercício da apropriação humana.
Arte Urbana, da qual faz parte o grafite, até pouco tempo era tratada como vandalismo e não como arte, porém vem conquistando seu espaço, como é o caso da recém-inaugurada Galeria G9. Os artistas de rua, independentemente do segmento, querem manifestar-se, serem respeitados e reconhecidos.
Dar visibilidade à periferia é promover a inclusão, consequentemente a participação de parcelas expressivas da sociedade, neste contexto o hip hop e seus elementos também vêm se firmando como arte emancipadora. Neste sentido, podemos citar o carnaval, festa magnífica na qual está expressa a força do povo brasileiro e sua capacidade inesgotável de criação. Que tem em sua estrutura uma relação indissociável com a comunidade onde surge, segmento com o qual o governo está comprometido em construir políticas que valorizem o carnavalesco e as escolas de samba.
Também temos exercitado a realização de saraus, encontros comunitários, debates sobre cultura popular, capoeira, poesia, literatura, samba de roda, em diversos pontos da cidade por meio de intervenções culturais consideradas inéditas, e que contam com aprovação e apoio das comunidades e bairros onde se realizam.
Outro desafio se dá no segmento do patrimônio cultural tangível e intangível, espaço de debate fundamental para o exercício e afirmação da identidade. Valorização e reconhecimento da memória, das artes, dos documentos, das estórias, dos modos de agir e pensar, dos processos de tombamentos, dos registros sonoros e literários, é compromisso de todos, pois diferentemente do que se imagina, valorização patrimonial colabora com o desenvolvimento econômico e pode conviver em harmonia.
Portanto, cuidar, zelar, restaurar e reformar, museus, patrimônios históricos, monumentos, arquivos, documentos, prédios públicos, praças, é tarefa necessária e deve ser enfrentada por quem governa e em parceria com a sociedade.
Através da programação do Teatro Polytheama, da Galeria Fernanda Perracini Milani, do Museu Histórico e Cultural de Jundiaí, da Pinacoteca, do Museu da Cia. Paulista e do Complexo Fepasa exercitamos novos e diferentes diálogos na área central. Um bom exemplo é a recente criação do programa Sexta no Centro, evento que rapidamente caiu no gosto popular e por via do qual é possível perceber a admiração de quem reside e frequenta aquele local, dos trabalhadores e comerciantes com a redescoberta da belíssima Praça da Matriz nos dias em se realiza tal evento, por meio do qual as pessoas se encontram, se conhecem e se descobrem, enquanto desfrutam da boa música, da gastronomia e do artesanato de excelente qualidade. Neste sentido, o programa de revitalização da área central, um dos eixos centrais do governo e no qual está envolvida toda a administração pública,  nos coloca a todos diante de um futuro a ser conquistado agora!
Formação cultural continuada depende da criação de sistemas de educação que deem conta desse processo, pois o objetivo é aperfeiçoar e qualificar artistas e agentes culturais de forma ampla, mas além de cursos, é preciso facilitar o acesso à cultura geral e ao debate de ideias, promovendo dessa forma uma articulação eficiente entre classe artística e sociedade com a finalidade de formar novas plateias e definitivamente ampliar o mercado de trabalho.
Outra alternativa que se encontra em estudo no governo é a criação de um sistema de co-gestão que permita que entidades culturais e comunitárias possam administrar e gerenciar espaços públicos, trata-se de uma alternativa que tem a finalidade de propor novas formas de ocupação e difusão da arte, e é possível de ser implantada.
Precisamos exercer o pluralismo da agenda cultural de forma variada a fim de atender aos diversos gostos e públicos, romper preconceitos. A produção artística tem seu espaço garantido no mercado. Do ponto de vista do governo, temos que nos preocupar com conteúdo, qualidade e reconhecer aqueles que necessitam de apoio público. Contrariando a lógica e programas excessivamente neoliberais, cuja participação daqueles artistas que mais necessitam de recurso é praticamente impossível.
Perseguimos uma gestão cultural transformadora que reconheça a arte como elemento fundamental para o avanço da sociedade, que não se submeta à manipulação e esquemas fáceis.
A prefeitura mantém um programa de Corpos Artísticos Estáveis, mas é preciso estruturá-lo de forma  que promova diálogos variados com a classe artística e também estreitar relação com a sociedade, para que esta participe mais ativamente desse processo. Exemplo disso é a temporada de sessenta espetáculos que vem cumprindo com sucesso a Cia. de Teatro de Jundiaí, literalmente viajando pela cidade e apresentando em escolas públicas Sr. Dodói, experiência inédita, bem sucedida e absolutamente necessária para o exercício da arte dramática.
Estamos estudando e buscando formas de contemplar demandas reprimidas, tais como: estruturar espaços para ensaios e manifestações culturais, promoção de oficinas, laboratórios, organização de debates, seminários, ateliês, promoção de intercâmbios que proporcionem aos artistas locais a promoção de trocas de experiências e vivências.
Neste sentido, consideramos que a recente implantação do programa das oficinas culturais, que ofertou 21 oficinas de alto nível e do qual participaram cerca de 670 alunos foi uma intervenção bem sucedida. O Programa Estímulo, também foi totalmente reformulado e após vários estudos que contou com o apoio do Conselho Municipal de Cultura, teve sua estrutura  ampliada para contemplar outros segmentos, bem como seu orçamento, e em breve serão conhecidos os projetos selecionados e que serão produzidos e realizados em 2015.
Fomento à produção artística é, seguramente, o modelo de gestão que o segmento cultural necessita, que vai muito além do simples incentivo. Pauta que neste governo pretendemos avançar com a criação de mecanismo de incentivo à cultura. O financiamento à cultura não pode ficar restrito à renúncia fiscal, trata-se de um debate a ser aprofundado, pois é de conhecimento público que empresas que financiam cultura o fazem em grande parte atendendo a lógica da indústria cultural, portanto ficam excluídos os artistas que mais necessitam desse recurso que é público. Prevalecendo ainda nos dias de hoje aquela lógica perversa que promove desequilíbrio da produção cultural aumentando o fosso da desigualdade social. A forma mais eficiente e democrática de lidar com esta desigualdade é por meio de transferência de recursos públicos para fundos de cultura, promoção de editais e atuação em parceria com Conselho Municipal de Cultura que, a partir das suas instâncias e comissões especializadas compostas por profissionais gabaritados, colabora com o processo de distribuição de recursos a partir de regras claras, objetivas e transparentes. Porém, estruturar e implementar este sistema de participação cidadã leva tempo, o processo de construção é demorado, pois necessitam ser estruturados tomando por base uma arquitetura cultural capaz de transformar-se em política de estado, capaz de resistir aos governos. Em geral, é necessário debater mudanças de comportamentos, muitos têm dificuldade de compreender sua finalidade e execução. Neste contexto, a atuação do conselho é absolutamente vital, pois a esta instância cabe a responsabilidade da mediação entre poder público e sociedade.
Estamos em busca da definição do modelo de gestão cultural, precisamos construir o plano municipal de cultura, inserir definitivamente Jundiaí no calendário estadual e nacional de cultura. Essa construção exige compromisso ideológico, é preciso enfrentar a burocracia e em dado momento tomar decisões difíceis, mas necessárias. É papel do governante investir em novas experiências sem, no entanto, deixar de reconhecer e aperfeiçoar aquelas bem sucedidas.
Praticar a cultura libertadora, transversal e solidária, colabora com a descoberta e transformação do indivíduo, que se descobre como essencial para sua comunidade. Esse é o papel e o compromisso desse governo democrático, transformador, progressista e socialmente justo.
“Jundiaí é um gigante a ser despertado, precisamos colaborar para que a cidade descubra os brasis que tem dentro de si”.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Forças progressistas dão a largada para reeleger Dilma Roussef

Cerca de 300 pessoas compareceram para mostrar que diversos segmentos da cidade querem a reeleição da Presidenta Dilma



Sabendo do importante desafio que os paulistas têm neste segundo turno, as forças progressistas de Jundiaí se reuniram na histórica sede da Associação dos Aposentados de Jundiaí e Região para o ato que dá a largada da campanha de Dilma Roussef para o segundo turno na cidade.

“Temos que fazer o que sempre fizemos, que é ir para as ruas. Debater sem ter medo, pois temos certeza que defendemos o projeto que visa cuidar do nosso povo”, discursou o Prefeito Pedro Bigardi (PCdoB). “Para nós, o desafio é ultrapassar nosso adversário na cidade, nas portas das fábricas, nos terminais de ônibus, nas escolas e universidades nos verão com o mesmo empenho de sempre”, acrescentou o vereador e presidente do PCdoB de Jundiaí, Rafael Purgato.

Diversos segmentos estavam representados, movimentos negro, de mulheres, juventude, LGBT, sindicalistas e outros. “Vamos comparar o Brasil pós-2003 com o Brasil da era FHC e mostrarmos que o candidato adversário representa o arrocho salarial”, analisou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí e Região, Elizeu Silva Costa.

A União da Juventude Socialista (UJS), lideranças do hip hop da cidade, da União de Negros e Negras pela Igualdade (UNEGRO), outras entidades do movimento negro, artistas, intelectuais e outros deram o perfil plural da plenária.


Os sindicatos dos Bancários, dos Gráficos, da Construção Civil, dos Químicos e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) estiverem presentes no ato que serviu pra impulsionar o ânimo da militância que irá contribuir para a reeleição de nossa presidenta. 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Orlando Silva é eleito deputado federal


Orlando Silva é eleito deputado federal pelo estado de São Paulo com 90.641 votos. Orlando foi o primeiro presidente negro da União Nacional dos Estudantes e Ministro dos Esportes responsável por articular os grandes megaeventos que serão realizados no país.  




Orlando agradeceu seus votos pelo seu perfil social no Facebook ,"agradeço aos 90.641 paulistas que confiaram em mim, nas minhas ideias, na minha história e no meu Partido. Vou honrar a confiança de cada um de vocês. Agradeço aos companheiros de caminhada, aos militantes que estiveram comigo, vocês me encheram de orgulho e responsabilidade. Seguimos firmes na luta! Muda a trincheira, mas o sonho é o mesmo. Avante!", finalizou. 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Junior Aprillanti e a educação

Em períodos eleitorais, é possível ver muitos encherem a boca para falar de educação, pois em todos os campos ideológicos o tema tem relevante importância, porém o que distingue a visão de educação que cada candidato defende é como se coloca o conceito no processo de desenvolvimento, se é dado valor estratégico para o mesmo.



Para Junior Aprillanti, o desenvolvimento do Estado de São Paulo está estritamente ligado ao valor que é dado para educação, pois é notável a falha de gestão que a maior economia do país comete ao pagar o 16º salário entre os estados aos professores. Quem não paga bem os professores mostra que não tem foco nesta área.

O Estado de São Paulo não possui um Plano Estadual de Educação (PEE) outro fator que mostra o descaso com o assunto, mas existe um texto para ser aprovado e Junior defende esta pauta. “O desenvolvimento da sociedade está ligado à Educação. Garantir recursos para a implantação de novas unidades educacionais, qualificar e valorizar o profissional desta área compõe um plano para mudar o sistema educacional adotado nas últimas décadas.”, afirma.

As propostas do candidato são claras, sendo:
1)      Pleitear capacitação, reajuste salarial e melhores condições de trabalho para os profissionais da Educação;
2)      Apoio ao Plano Estadual de Educação;
3)      Trabalhar pela implantação de uma universidade pública estadual em Jundiaí;
4)      Lutar pela merenda no período noturno

Com isto, Junior irá defender todos os interesses de quem luta por uma melhor educação no Estado de São Paulo, assim como lutará para trazer a tão desejada Universidade Pública para Jundiaí. A merenda no noturno é necessária para atender jovens trabalhadores que estudam pela noite e muitas vezes não têm oportunidade de comer antes das aulas.


Se preparem que mais um lutador da educação está chegando à Assembleia Legislativa, para isto basta votar 65123! 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Junior Aprillanti e o esporte

Votando em Junior Aprillanti (65123) o povo paulista terá um parlamentar que lutará por avanços nas políticas públicas esportivas



Pedro Bigardi, em seu mandato enquanto deputado estadual, apresentou o projeto de lei 466/2011 cujo o título é  “Juventude Campeã” que tinha como objetivo democratizar o acesso à prática e à cultura esportivas como um instrumento educacional, promovendo o desenvolvimento integral dos jovens e incentivando a formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida em todo o Estado. O público-alvo prioritário eram os adolescentes que moram em áreas de vulnerabilidade social e que fossem estudantes da rede pública de ensino e iria utilizar recursos da Nota Fiscal Paulista.

O texto foi aprovado em plenário na Assembleia Legislativa, porém o governador Geraldo Alckmin vetou o mesmo. Trata-se de mais uma ação que mostra o foco do PCdoB de usar o esporte como instrumento de inclusão à cidadania para jovens na chamada situação de risco.

Neste sentido que Junior Aprillanti atuará enquanto deputado estadual, resgatando o verdadeiro significado da palavra esporte, preparando o Brasil para novas competições, mas pensando para além da linha competitiva, e focando no caráter inclusivo.  Com isto, o candidato apresenta as seguintes propostas:
  • Trazer mais academias ao ar livre para bairros em que a população ainda não foi atendida com estes equipamentos e ampliar onde já existem;
Qual é a importância das academias ao ar livre? Numa palavra, é inclusão, pois é um equipamento público que garante a qualidade de vida para todos, onde nem todos têm possibilidade de pagar taxas das academias privadas e com a academia pública podem ter acesso.
  • Destinar recursos para cobertura de quadras esportivas;
O histórico do problema de infraestrutura das quadras públicas é antigo e o governo do estado tem a obrigação de colaborar. Centros esportivos, escolas e outros devem ter a estrutura básica de utilização, pois sem isto não adianta falar em inclusão e política pública esportiva.
  •  Dar continuidade ao projeto que amplia a lei do ‘Bolsa Talento Esportivo’;
·        O programa visa investimento público nos atletas de alto rendimento e num momento que antecede as olímpiadas de 2016, temos que ter foco total nisto e deixar como algo permanente para que o Brasil se consolide como potência esportiva. Tal programa tem sentido social mais efetivo com programas de incentivo e por isso que Junior atuará nas duas pontas do processo. 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Aldo Rebelo vem à Jundiaí e reafirma a importância de eleger Junior Aprillanti e Orlando Silva

Ministro diz que a região precisa de um deputado que trabalhe por suas demandas na ALESP e de um nome de coragem para trabalhar pelos avanços na Câmara Federal



Nesta terça-feira, 26, o ministro do esporte, Aldo Rebelo, esteve em Jundiaí num ato com a militância da macrorregião de Jundiaí e representantes de outras cidades que estão na campanha de Junior Aprillanti e Orlando Silva onde reforçou a necessidade da expansão do campo democrático e popular na região, assim como a importância da eleição de Alexandre Padilha no governo estadual e a reeleição da presidenta Dilma Roussef.

“Junior já mostrou que tem competência e seu compromisso é claro. O estado de São Paulo precisa de uma renovação política, de homens e mulheres jovens que tenham novas ideias e que apoiem os avanços que nossa sociedade tanto necessita. Um estado como o nosso precisa voltar a crescer e parlamentares que pensem no futuro são essenciais pra isto”, disse.

Sobre Orlando Silva, Aldo abordou seu trabalho enquanto ministro do esporte, vereador de São Paulo, sua trajetória na militância de juventude e seu perfil de atuação junto às mais diversas parcelas do povo paulista. “Orlando é um homem comprometido com o povo paulista nas suas mais importantes necessidades, comprometido com o projeto de mudança liderado pela presidenta Dilma e sua presença é imprescindível para nós, pois com ele na câmara, estaremos bem representados”, acrescentou.




Após as falas, o ministro, os candidatos e o prefeito Pedro Bigardi com a militânca saíram em caminhada pelas ruas do centro da cidade onde foram muito bem recebidos pelos munícipes que por lá estavam.   

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Fique ligado na TV


Saiu na imprensa hoje! Fiquem atentos, nosso candidato aparecerá na TV!



Agora é Junior Aprillanti 65123!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Pensar em mobilidade exige ideias à altura dos desafios atuais da modernidade

O estado de São Paulo vive um caos em mobilidade e o governo do estado tem se mostrado inoperante

Para avançar nas mudanças, Junior Aprillanti propõe que o deputado estadual pense de forma regional, em bloco, atendendo cada demanda a fim de atingir às necessidades de todo o estado. Com isto, a questão do transporte público é vital para vencer os já conhecidos tabus de mobilidade urbana no Estado de São Paulo.



O cidadão tem o direito de se locomover da melhor forma possível. Para isso, será preciso buscar recursos para que os municípios possam se transformar em cidades inteligentes. Transporte de qualidade é sinônimo de mais dignidade à população.

O eixo pelo qual atuará na Assembleia Legislativa está em ações nas quais o governo estadual não representa nenhum avanço. Sendo:

Trabalhar pela melhoria e ampliação do transporte ferroviário de passageiros e de cargas na região do Estado de São Paulo;
Auxiliar as prefeituras no trato com as concessionárias e Governo do Estado para realização de obras de transposição das rodovias Anhanguera e Bandeirantes;
Estimular o transporte coletivo e cobrar do Governo investimentos para a melhoria do setor;
Buscar recursos para a criação e ampliação de ciclovias em todo Estado;
Trabalhar para a implantação do Bilhete Único Regional.

Existe uma ação determinante quanto à revitalização de toda estrutura da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Por exemplo, existe a linha férrea para o funcionamento dos trens entre Jundiaí e Campinas, porém, o governo do estado simplesmente não investe em sua reforma e utilização. Os benefícios do transporte ferroviário são vários, desde melhor custo benefício aos usuários, maior fluidez das rodovias e a questão ambiental também entra como bônus nesta questão.

A transposição das rodovias Anhanguera e Bandeirantes é um capítulo de uma novela para o Aglomerado Urbano de Jundiaí (AUJ), pois colocando a culpa na concessionária, os governos tucanos vivem anunciando datas, mas nunca cumprindo. Inclusive, Junior Aprillanti, enquanto secretário de obras de Jundiaí, coordenou o projeto que foi entregue à concessionária, onde o governador anunciou que as obras iriam iniciar, porém, a data prometida já não foi cumprida. 

Em todos os anos, no período eleitoral, os tucanos fazem a mesma promessa.
O estimulo ao transporte coletivo está ligado ao foco de dignificação humana que deve ser dada em nosso estado. Irá desafogar e minar a maioria dos gargalos, com investimento em transporte de qualidade e aprimoramento do uso fruto do bem comum para o nosso povo. Chegar mais rápido em casa, com maior conforto e menos gasto.

A priorização de construção de ciclovias é sinônimo de modernidade para qualquer governante ou parlamentar, hoje o uso de bicicletas para além do uso recreativo, tem sido encarado como ponto fundamental de fomentação como política pública por todos que pensam seriamente soluções de mobilidade urbana.

O Bilhete Único Regional é a confirmação de um pensamento em bloco, regional que irá beneficiar a população analisando o perfil econômico real das regiões. O Aglomerado Urbano de Jundiaí tem na cidade que leva seu nome, o referencial econômico de trabalho e bens de serviço, por isso, beneficiar o transporte entre as cidades faz parte da tão debatida integração.

Com tais ideias, Junior Aprillanti se apresenta como um candidato preparado para os desafios atuais.


Felipe Andrade da Silva

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A noite que Orlando Silva conheceu o Clube 28 de Setembro

O ex-ministro chamou o prédio de templo do movimento negro do Brasil


Numa típica noite de terça-feira (12) com muita movimentação na região central da cidade, ocorreu a plenária de campanha da dobrada entre Junior Aprillanti (65123) e Orlando Silva (6565). Os presentes ressaltavam a importância daquele ato a fim de reafirmar o apoio à dupla.

O ânimo pelo belo clima de entusiasmo que a militância carregava ao chegar à histórica sede do Clube 28 de Setembro, uma entidade de 119 anos, o mais velho clube negro do Estado de São Paulo e o terceiro do Brasil, conseguiu tornar aquela noite, uma noite histórica para a militância jundiaiense.

Com as presenças do presidente do Comitê Municipal e vereador, Rafael Purgato, do prefeito Pedro Bigardi, da Secretária de Recursos Humanos, Mary Marinho, do Secretário de Esporte, Cristiano Lopes, do Secretário de Cultura e coordenador regional do PCdoB, Tércio Marinho, entre outras lideranças comunitárias, todos ouviram com atenção as falas de Junior e Orlando.

Junior é um jovem empreendedor da região com ideias avançadas para todo o estado e com muito trabalho pra mostrar na sua trajetória política, bastante sensível consegue memorizar todas as demandas que as pessoas mais humildes lhe trazem.
Orlando é uma liderança consolidada desde o seu tempo de estudante, foi presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e presidente da União da Juventude Socialista (UJS), negro e ex-ministro do esporte, tem o respeito de toda a militância do PCdoB. Sua atuação atinge diversas áreas.

O ex-ministro ficou bastante feliz pelo evento estar sendo realizado no Clube 28 de Setembro. Quando chegou, abordou militantes perguntando a todos na divertida provocação sobre quem sabia o motivo do clube homenagear a data de 28 de setembro. Depois fez uma abordagem ainda na entrada do clube sobre a Lei do Ventre Livre explicando aos militantes detalhes da história nacional.  




Uma alegria muito forte contagiou a todos que saíram animados e compromissados com a meta estabelecida.