quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Secretário de Movimentos Sociais do PCdoB de Jundiaí é eleito para participar da Conferência Estadual das Cidades

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Roberto Gonçalves de Sá, Secretário de Movimentos Sociais do PCdoB de Jundiái, foi eleito como Delegado para participar da Conferência Estadual das Cidades, que será realizada nos dias 27 e 28 de março no Memorial da América Latina em São Paulo.

Durante o evento, serão apontadas e debatidas quais devem ser as mudanças necessárias para melhorar a vida da população em seus municípios.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

PCdoB-SP promove primeiro encontro de pré-candidatos a deputado para as eleições de 2010

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- Texto: André Lux / Fotos: Cristiano Guimarães


Mesa do primeiro encontro dos pré candidatos do PCdoB

O PCdoB de São Paulo realizou, no sábado, dia 12 de dezembro, seu primeiro encontro entre os pré-candidatos aos cargos de deputados estadual e federal. O objetivo do evento foi iniciar a preparação dos políticos do partido para a disputa eleitoral de 2010, que tem como principal meta aumentar o número de representantes do PCdoB na Assembléia Legislativa e na Câmara Federal, fortalecendo politicamente o partido em São Paulo e no Brasil.


Deputado Pedro Bigardi expõe suas opiniões

Nádia Campeão, presidente do PCdoB do Estado de São Paulo, abriu os trabalhos felicitando a todos pelos êxitos conquistados em 2009 relativos ao governo Lula, ao Congresso Nacional do partido e à preparação para a disputa do pleito em 2010. “Temos que fazer uma campanha unificada e forte, aproveitando o contexto político atual que é amplamente favorável às forças da esquerda que dão apoio ao governo do presidente Lula e também o fato de que a oposição à direita não tem propostas para o país, nem discurso”, avalia. Para a presidente do PCdoB de São Paulo, cada pré-candidato tem o dever de lutar para obter o maior número de votos possível dentro do contingente de 28 milhões de eleitores que existem no Estado. “A militância e a vontade política são as maiores forças do nosso partido e com certeza vão fazer a diferença nas próximas eleições”, aposta.


Auditória da Assembleia Legislativa ficou lotado

Essas noções foram reforçadas pelo deputado estadual Pedro Bigardi, que sugeriu a todos os pré-candidatos que comecem desde já a realizar uma análise das conjunturas regionais, estadual e federal. “Isso é de extrema importância nas próximas eleições, pois vai ajudar o diretório estadual do PCdoB a mapear a situação política do Estado e na hora da elaboração do planejamento das campanhas”, enfatiza Bigardi.


Ministro Orlando Silva dá o seu recado

O Ministro do Esporte, Orlando Silva, esteve presente no evento e também prevê um crescimento do PCdoB nas próximas eleições, se houver empenho e determinação de cada pré-candidato. “Hoje, graças ao governo do presidente Lula do qual fazemos parte, temos crescimento econômico com distribuição de renda e justiça social. Precisamos mostrar isso à população nas eleições e provar que nós comunistas somos bom de conversa, de política e de governo”, destaca.


Os deputados Pedro Bigardi e Aldo Rebelo

Já a receita para se vencer uma eleição foi dada pelo deputado federal Aldo Rebelo: “Acordar cedo e dormir tarde, ter disciplina, disposição, otimismo e estar atento à vida e às necessidades das pessoas”. Para Rebelo, apenas ter boas idéias e boa intenção não bastam para vencer, pois é preciso fazer a população entender tudo isso. “Idéias são um caminho para se chegar ao povo. E isso depende de um bom planejamento e de muita estrutura”, define.


Bigardi junto às camaradas do PCdoB

O vereador Netinho de Paula também mostrou estar afinado com o espírito de união e colocou-se à disposição do partido para ajudar de todas as formas possíveis. “Cada um de nós deve pensar agora no que pode oferecer de melhor ao PCdoB para que a nossa direção consiga elaborar um planejamento estratégico bem estruturado e eficiente para fazer crescer a nossa representatividade nos níveis estadual e federal”, sugere.


Palestra do publicitário Júlio Filgueira

O evento contou ainda com uma palestra do publicitário Júlio Filgueira, que abordou as várias fases da estratégia eleitoral e deu importantes conselhos de como realizar uma campanha com envolvimento e profissionalismo, fatores essenciais para quem busca a vitória na abertura das urnas.

Vianna: Serra pediu pra "Globo" pegar leve com o Arruda?

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- por Rodrigo Vianna, jornalista, em seu blog Escrevinhador

Muita gente já percebeu que o "Correio Brasiliense", principal jornal de Brasilia, tem poupado José Roberto Arruda no escândalo do panetone (leia sobre isso aqui)

No caso do jornal, a razão seria (digamos) publicitária.

Mas não para por aí.

Ontem, um dos senadores mais bem informados do Congresso (ele transita bem entre governistas, mas é de um partido que tem boas relações com a oposição) garantiu, numa conversa em "off" com jornalistas: "a Globo vai tirar o pé do escândalo, o Serra chamou a direção de jornalismo e 'pediu' (ênfase irônica) para baixar a bola, e não bater tanto no Arruda".

Mas, por que, senador? "Isso respinga na minha candidatura", teria dito o governador de São Paulo.

(Muita gente acha que Serra, de início, não achou tão ruim o escândalo. Seria mais fácil negociar com um DEM enfraquecido. O Serra acha que, do jeito que está, o DEM virá por gravidade. Mas, se a crise se arrastar e o noticiário continuar mostrando as cenas, o PSDB também perde. Lula e o PT passam a ser vistos como fiadores do combate à corrupção.

Lula hoje já aproveitou a deixa: mandou para o Congresso um projeto de lei que transforma corrupção em crime hediondo.)

A conversa com o senador foi ontem. Hoje, quarta-feira, na hora do almoço, o pau quebrou em Brasília. Arruda mandou a polícia pra cima dos manifestantes da CUT e de partidos de esquerda.

No noticiário local, a Record ficou meia hora com as imagens da pancadaria, ao vivo. Na Globo, uma reportagem sobre um robô, no Japão.

É isso: "pedido" do Serra, não se discute. Cumpre-se!

Vamos ver como fica o noticiário nos próximos dias.

Nesta quarta, o "panetonegate" já tinha sumido também da primeira página da "Folha". Será que a "Folha" vai esconder a pancadaria em Brasília?

Difícil ignorar um escândalo desses. Mas tudo é uma questão de ênfase jornalística. O pedido não foi pra sumir com o caso, mas pra baixar a bola... A conferir.

O que digo é o seguinte: o senador é fonte segura. Em julho, avisou a vários jornalistas que havia uma fita de Arruda pegando dinheiro. Poucos acreditaram. As fitas estão aí.

O senador - agora - avisa que a fita mais impactante ainda não foi divulgada. Arruda apareceria numa cena de "adoração monetária", louvando as notas novinhas em folha.

"Eu vi a fita, ela existe. Só não sei se vai aparecer".

Parece inacreditável. Mas, nesse caso, quase tudo parece inacreditável: das meias e cuecas à desculpa do panetone...

Eu já não duvido de mais nada.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Mídia: Nossos medíocres Goebbels pós-modernos

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- por Miguel do Rosário, no blog Óleo do Diabo

Essa comparação é velha, mas o que eles fazem também é velho. Eles continuam repetindo a informação ad nauseam até que ela se incrustre em nosso inconsciente, até que nós mesmos esqueçamos o contexto que a gerou, e de como se trata de uma mentira.

Pensei algumas semanas atrás, lendo artigos sobre Cesare Battisti. Você pode ser uma pessoa estranha normal, que sente prazer em mandar cartinhas para jornais babantes de ódio e sadismo contra um homem cuja verdadeira história você não conhece. Até aí tudo bem.

O que me espantou é que, mais uma vez, comparou-se o caso Battisti aos cubanos mandados de volta à gulag cubana. Falo gulag apenas para imitar o trejeito da maioria dos missivistas de jornalões, que imagino vestirem gravatinha borboleta e incensarem a nossa imprensa como grande paladina da liberdade democrática. O fato da mesma imprensa ter apoiado e articulado o golpe de 1964 é só um detalhe insignificante.

Bem, a diferencinha básica, de que os cubanos pediram para voltar à Cuba, não é citada, de maneira que, a cada vez que a comparação Battisti X cubanos é realizada, a imprensa procura grudar, usando cola vagabunda, um raciocínio falho no intelecto já meio demente de seus leitores.
O fato traz consequências graves à psique moderna, e provamos isso quando, por algum desgraçado acaso da vida, somos obrigados a trocar idéias com essas pessoas. Quando essas pessoas sentam à nossa mesa - ou, o que é pior, nos sentamos à mesa delas, e elas passam a repetir, solertes e orgulhosas de si mesmas, exatamente a mesma idiotice que leram no jornal; e quiçá tenham lido já não num editorial, e sim numa carta de leitor!

Sim, porque é preciso entender o significado atual dessa aberração: Carta do Leitor. Aos poucos, aquilo se tornou uma das zarabatanas mais maliciosas do jornal. Por que ali não se tem mais obrigação de falar a verdade. Com a desculpa de divulgar a opinião do leitor, enfiam-se as cartinhas mais estapafúrdias. É o caso também de outro CB. César Benjamin. O ombudsman entregou o jogo. Disse que recebeu mais de duzentas cartas espinafrando a Folha, e somente nove elogiando. Mas o editor da seção de cartas punha, todo dia, uma carta a favor, outra contra. E assim temos um delicioso equilíbrio! O equilíbrio entre a verdade e a mentira!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O escândalo do panetone e a análise enfadonha da mídia

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As abordagens são plurais, mas o pensamento é único. Assim se constrói e se impõe a ideologia do capitalismo contemporâneo.

- Carlos Pompe, jornalista, no site Vermelho

O mais recente escândalo político, desta vez envolvendo o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), demonstrou, mais uma vez, a dubiedade da mídia. O tratamento dado ao fato desmerece e condena a atividade política. Apesar das loas, repletas de lugar comum, à liberdade, o trabalho da mídia tem contribuído mais para o desgaste da democracia do que para o seu aperfeiçoamento.

No escândalo dos panetones (Arruda jura de pés juntos que o filme que o flagra recebendo dinheiro “não contabilizado” – digamos assim – foi usado para comprar panetones a serem doados aos pobres) quem ficou sujo na roda, além dos envolvidos, foi o Correio Braziliense, que se fez mais porta-voz do governador e chegou a ocultá-lo na manchete do primeiro dia do escândalo (”GDF e Distritais são alvo de investigação”). Como os principais meios de comunicação têm sucursal ou jornalistas na capital federal, contrastou visivelmente o tratamento do Correio e o dos outros jornais.

O Judiciário tem sido mais preservado pela mídia, talvez por temor das barras dos tribunais. Mas os meios de comunicação, o mais das vezes, reduzem o papel do Parlamento, em especial, e do Executivo a estereótipos, a relações, não de política, mas de negociatas. E como não há como desvincular a atividade política dos embates de classe, onde se destacam os conflitos econômicos, os flagrantes em que o poder do capital se faz presente ganham relevo. Notas de dinheiro vão parar nas cuecas, meias e bolsos de agentes políticos de variadas tendências partidárias, e “todos os políticos – e a atividade política – são sujos”…

Num estágio civilizacional em que é preponderante o monopólio econômico, inclusive da mídia, os receptores da comunicação são bombardeados por inúmeros analistas e formadores de opinião. Porém todos expondo, no essencial, as mesmas concepções. Assim, o telespectador assistirá, na Rede Globo, um âncora dizendo que o problema da política é a falta de ética e que a questão econômica é garantida pela liberdade de mercado. O leitor da Veja vai encontrar artigos de colunistas conceituados usando estilos diferentes mas registrando as mesmas ideias sobre a ética na política e a liberdade no mercado. Quem sintonizar a Rádio Band ouvirá locutores, cada qual com seu talento, martelando esses mesmos conceitos. As abordagens são plurais, mas o pensamento é único. Assim se constrói e se impõe a ideologia do capitalismo contemporâneo.

Jean-Marc Ferry considera que a atual concepção de liberdade de expressão é associada à liberdade de expressão dos conglomerados de comunicação e de seus jornalistas e analistas. Essa noção serve, segundo esse filósofo francês, apenas aos interesses econômicos das empresas privadas de comunicação que defendem, na realidade, “uma liberdade privada, pois é a liberdade de expressão dos patrões e dos jornalistas somente” – e eu acrescento, dos jornalistas que esposam as concepções e a ideologia de seus patrões monopolistas da mídia.

Opiniões que vão para além, ou que contestam, que o grande problema político de nosso tempo é a “ética”, ou que o desafio econômico vital de nossa era é a garantia do livre mercado, opiniões que contrariam esses dogmas não encontram guarida ou são ridicularizadas na mídia monopolista. Para estes prosadores da contracultura não há liberdade de expressão. Ou melhor, há. Mas desde que confinados ao gueto da “imprensa alternativa” ou dos desacreditados “veículos de esquerda”.

E que venha o próximo escândalo, pela esquerda ou pela direita, pelos governistas ou pela oposição. Serão todos monotematicamente tratados como “problema moral, ético”, fruto da ação de “políticos sujos”. Nada que desnude os profundos interesses de classe e os conflitos partidários e ideológicos que são seu verdadeiro pano de fundo.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Altamiro Borges: "Estupro da Folha é outro tiro no pé"

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Com os “estupros” que a Folha insiste em praticar, a tendência é que a sua tiragem despenque ainda mais. O ato organizado pelo MSM poderá servir como mais uma pá de cal neste jornal leviano e golpista, que agride constantemente a democracia e a ética jornalística.

- por Altamiro Borges, membro do Comitê Central do PCdoB – Partido Comunista do Brasil, autor do livro “Sindicalismo, resistência e alternativas” (Editora Anita Garibaldi)

No sábado, dia 5, às 10 horas, o Movimento dos Sem Mídia (MSM) fez uma manifestação em frente ao prédio da Folha de S.Paulo (Rua Barão de Limeira, 425, centro da capital paulista), para protestar contra a publicação de um artigo leviano e irresponsável que acusou o presidente Lula de tentar “subjugar sexualmente” um jovem nos anos 1980. O artigo de uma página inteira, de autoria do ex-petista Cesar Benjamin, atual colunista da Folha, “foi forjado no ódio, na inveja e na covardia e é um estupro ao jornalismo”, afirma Eduardo Guimarães, presidente do MSM.

Sobre o artigo de Cesar Benjamin, que “estuprou” sua própria biografia de profundo conhecedor do Brasil e de intelectual brilhante, muitos já se pronunciaram criticamente – prefiro silenciar na tristeza por mais este ato instintivo e rancoroso. Sugiro apenas a leitura da resposta ponderada e firme do jornalista Gilberto Maringoni, publicada na Carta Maior. Membro do PSOL e crítico de esquerda do governo Lula, ele não poupou críticas ao texto do “Cesinha”, que estaria fazendo o jogo da direita brasileira às vésperas da sucessão presidencial. “Fico envergonhado com o papel que ele está desempenhando. Seu passado não merece isso. Mas a História irá julgá-lo”.

“Um horror” dos herdeiros de Frias

Já com relação ao jornal da famíglia Frias, a publicação do artigo sem qualquer apuração prévia ou rigor jornalístico liquida qualquer ilusão sobre o ecletismo da Folha. Após usar um ex-petista para desferir ataques pessoais ao presidente da República, ela mesma confessou sua leviandade, mas sem fazer autocrítica pública – talvez temendo processos jurídicos. Militantes que estiveram presos com Lula nos cárceres da ditadura, entre abril e maio de 1980, negaram taxativamente a história bizarra. Vale registrar a resposta íntegra de José Maria de Almeida, presidente do PSTU e outro crítico do governo Lula, que qualificou a insinuação de “baixaria”.

O reconhecimento cabal do “estupro” perpetrado pela Folha, porém, ocorreu com a entrevista de João Batista dos Santos, o ex-militante do Movimento pela Emancipação do Proletariado (MEP) que teria sido alvo da “investida” de Lula na cela. Ele considerou “um horror” o artigo, disse que isso nunca ocorreu e lamentou a publicação do texto sem ouvir os envolvidos no caso. Por ironia da história, Santos trabalhou numa granja mantida pela famíglia Frias em São José dos Campos, no interior paulista, na década de 1990. Para ele, se Octavio Frias de Oliveira, o barão da Folha, estivesse vivo (ele faleceu em 2007), “esteve artigo não teria sido publicado”.

Credibilidade e tiragem em queda

Depois de cunhar a expressão “ditabranda” para se referir aos trágicos anos da ditadura militar e de publicar uma “ficha policial” falsa contra a ministra Dilma Rousseff, a Folha dá outro tiro no pé. A publicação do asqueroso artigo fere a pouca credibilidade que ainda resta a este veículo e poderá resultar em novas quedas da sua pífia tiragem. Quando da “ditabranda”, o jornal perdeu mais de 3 mil assinantes, segundo fontes da própria empresa. Já no caso da falsa ficha policial, o jornal foi forçado a reconhecer timidamente o erro, temendo a abertura de um processo criminal.

Entre outros fatores, a perda de credibilidade do jornal da famíglia Frias ajuda a explicar a brutal queda da sua tiragem nos últimos anos. Segundo levantamento do IVC (Instituto Verificador de Circulação), a Folha é hoje o vigésimo quarto jornal em vendas avulsas no país, ficando atrás do Estadão (19º lugar) e de O Globo (15º lugar). Entre janeiro e setembro de 2009, ela vendeu em média 21.849 exemplares nas bancas. Uma tiragem pífia se comparada aos 489 mil exemplares vendidos em suas edições dominicais em outubro de 1996. Atualmente, o jornal só se sustenta graças à publicidade e à venda de assinaturas, que atinge basicamente a chamada classe média.

Com os “estupros” que a Folha insiste em praticar, a tendência é que a sua tiragem despenque ainda mais. O ato organizado pelo MSM poderá servir como mais uma pá de cal neste jornal leviano e golpista, que agride constantemente a democracia e a ética jornalística.